quinta-feira, 2 de maio de 2019

Dor de Cabeça

Dor de Cabeça - É possível viver sem ela!

Se você não aguenta mais essa dor de cabeça que te atormenta quase todos os dias, ou se conhece alguém que vive esse inferno, leia este post atentamente até o fim.


O objetivo desta postagem é orientar o paciente leigo sobre as possibilidades de tratamento que poderão ser adotados com o objetivo de proporcionar uma vida de qualidade, sem dor.
Portanto, não se trata de um tratado científico sobre dor.
Para começar, sentir dor é um sinal de alerta que seu corpo transmite, com objetivo de chamar sua atenção de que algo não está bem. Esta dor é do tipo crônica. Já a dor aguda, é aquela que se sente frente a um trauma sofrido (pancada, corte, acidentes, incluindo os vasculares).
Infelizmente, a dor crônica ainda é frequentemente, sub-avaliada. Boa parte dos profissionais da saúde trata da dor como algo que não tem cura, mas que pode ser controlada com medicamentos. Será esse o único caminho?
Ora, se você come alguma coisa que sempre te faz mal, se não comer não vai passar mais mal... Se você sente dor porque tem uma pedra no sapato, quando remover a pedra, a dor acaba (esse exemplo não é de dor crônica, mas só para expressar a relação de causa-efeito do surgimento do evento dor).
Quem sofre com dores intensas e nunca procurou um médico, o que aconselho a fazer é que procure um médico neurologista, para que este peça exames de imagem do cérebro, a fim de descartar qualquer outra possibilidade da causa da dor ocorrer por alguma estrutura anômala dentro do cérebro. A possibilidade é remota, mas existe. Descartado a presença de qualquer tipo de anomalia cerebral, sugiro fortemente que procure um dentista especializado em Ortopedia Funcional dos Maxilares ou em Disfunção Têmporo- Mandibular, mas que tenha atuação em função mastigatória.
Por quê da sugestão? Porque mais de 90% das dores crônicas de cabeça, tem como causa a tensão dos músculos, principalmente os envolvidos com o processo mastigatório. É a chamada dor tensional. As estruturas da boca estariam de tal forma erradas, que a ação dos músculos se torna errada também, fazendo surgir o que chamamos de para-funções musculares. É possível perceber claramente essa condição numa avaliação clínica de palpação dos músculos.
A partir do momento em que possamos identificar as causas, e a seguir, realizar um tratamento que devolva condições estruturais para o sistema trabalhar sem sobrecargas, a dor desaparece. Portanto, umas das possibilidades de produzir dor crônica, e a maior, está do desequilíbrio funcional ligado à alterações estruturais. 
Mas também pode colaborar para a dor crônica, alterações químicas do corpo. Coisas que comemos e que não nos faz bem (e muitas vezes nem percebemos), falta de alguma vitamina, deficiência na produção de algum hormônio, dentre outra questões metabólicas.
E por fim, outra causa que pode colaborar para a dor, é a questão emocional, fechando assim um triângulo: Estrutural - Químico - Emocional.


Puxa, então tem que tratar de tudo isso? Se for detectado numa avaliação criteriosa, sim! Mas você leu o que escrevi mais acima? Mais de 90% das dores crônicas são de origem tensional. Então, constatada a disfunção, iniciaremos por reequilibrar o estrutural, colocando você para mastigar de forma equilibrada e sem tensões. Com tratamento adequado, é possível verificar se somente o tratamento da disfunção é suficiente para a eliminação da dor ou se será necessário investigar toda a parte química, através de exames laboratoriais e desafios alimentares para testar o que é bom e o que não é bom naquele momento, para a tua saúde.
O que não concordo, são tratamentos onde os profissionais visam classificar seu tipo de dor, tudo muito bonitinho, mas, na prática, te prescrevem medicamentos que visam combater "apenas" as consequências. Sim, é importante poder ficar livre da dor. Mas com que custo para a saúde? Temos sim que proporcionar uma vida sem dor, mas não apenas as custas de remédios, que, como sabemos, tem efeitos limitados e um monte de efeitos colaterais.
Dê uma chance à sua qualidade de vida e à sua saúde. Mas se você quer ficar com a Neusa ou outra droga qualquer, o resto da vida, a opção é sua.

Dúvidas? Entre em contato (11) 94194 9070 


terça-feira, 16 de abril de 2019

Do Ronco à Apneia

A causa do Ronco e da Apneia é a mesma, quase sempre!

O ronco é produzido pela vibração dos tecidos moles da garganta, devido à flacidez em que se encontram.



Portanto, nas pessoas que roncam, em alto e bom som, e todas as noites, existem disfunções que levam à perda do tônus (rigidez) dos músculos do orofaringe.
Fatores como ingestão de álcool, alimentos ditos pesados e gordurosos, cansaço físico, podem produzir esse excesso de flacidez pontual e propiciar a ocorrência da vibração desses tecidos e, consequentemente,  do som característico.
Outro fator que não é a causa básica de quem ronca sempre, mas que, com certeza agrava o problema, é o sobrepeso. Existem muitas pessoas com sobrepeso que não roncam e existem muitos magros que roncam.
Na maioria dos casos a respiração oral é a grande responsável por todo esse desequilíbrio funcional, que acaba por proporcionar a tal flacidez.
Nem sempre o ronco evolui para uma apneia do sono. Mas a causa, na maioria das pessoas, é a mesma. Só que na apneia, a língua se desloca para o fundo da boca. 
Mas insisto numa hipótese: NÃO é por isso que existe obstrução à passagem do ar! O fenômeno da apneia ocorre porque a língua se posiciona como se estivéssemos engolindo e, dessa forma, o centro apneústico, localizado no Sistema Nervoso Central, mais precisamente no tronco encefálico, bloqueia a ação dos músculos respiratórios. Isso serve para nos proteger e evitar que ocorra aspiração de substâncias para os pulmões. Só que na apneia do sono, não estamos a engolir nada, porém a língua se posiciona desta forma, produzindo estímulo do nervo glossofaríngeo, que interpreta essa posição como de deglutição e, assim, o evento de bloqueio se estabelece. E o pior é que enquanto a língua tocar esse ponto, o bloqueio estará acionado, como se você pisasse no pedal do freio, bloqueando o rodar de um carro. Por isso se vê, em polissonografias, apneias que duram 1 minuto ou até mais.
A sensação é de sufocamento!


E por quê a língua fica nessa posição de forma incorreta? Porque, não existe selamento dos lábios. Não existindo selamento labial, a pressão, que deveria ser sub-atmosférica, dentro da boca, não é; fica igual ao ambiente externo. Sem essa condição única, a língua cai e se posiciona lá para trás, proporcionando tudo isso.
No caso da apneia, também é importante a regulação dos estímulos que são expostos os nervos encefálicos, especialmente os diretamente envolvidos com isso, no caso o IX e X pares (glossofaríngeo e vago) e o V par, o trigêmeo, porque este se relaciona com todos os pares encefálicos, e uma sinalização ruim dele, pode interferir neurologicamente na ação dos outros. Portanto, a função mastigatória e a posição espacial das articulações da boca (ATM), devem ser avaliadas também nos pacientes portadores de apneia.
Se o objetivo da saúde é identificar e remover, de forma adequada, as causas das doenças ou disfunções, é importantíssimo que possamos tratar das causas também no ronco e principalmente na apneia, e não somente combater suas consequências ou criar soluções simplistas como vemos em muitas condutas terapêuticas.

Dúvidas? 
Entre em contato: Dr. Luis Antonio Pinto - CROSP 30.698
Tel.: 94194 9070



quinta-feira, 11 de abril de 2019

MAIS EVIDÊNCIAS ASSOCIAM DOENÇA PERIODONTAL COM ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

Evidências científicas, já há varias



A cada dia surgem estudos que demonstram o aumento da incidência de AVCs em pacientes com doenças gengivais.
Mas não é só AVC. Também existem trabalhos relacionando doenças periodontais à maior incidência de Infarto, Diabete e inflamações teciduais.

Portanto, aquele sangramentozinho inocente que você vê na escova e no fio dental de forma repetida, ou o gosto de sangue que você sente ao mastigar algo mais duro ou fibroso, não tem nada de inocente e muito menos inofensivo. Sua gengiva está inflamada!!

E é por este sangramento que as bactérias conseguem penetrar na circulação até chegar à órgãos importantes, produzindo efeitos que podem ser gravíssimos.

Então, procure um profissional que não se limite a "apenas" fazer "limpeza" e passar um jatinho de bicarbonato. Para pacientes que não tem doença periodontal, isto está correto, mas para quem apresenta uma inflamação, isto é insuficiente e pode até piorar o quadro.

O tratamento envolve abordagens curativas, como raspagem manual e algumas vezes iniciada por raspagem com ultra-som, e polimento com pastas abrasivas e taças de borracha, para remover o tártaro,  a placa bacteriana (biofilme), e descontaminar toda a área comprometida.
Logo a seguir, o paciente deve ser orientado sobra a técnica adequada de higienização oral, com a empunhadura correta da escova de dentes, e a maneira eficaz e atraumática de usar o fio dental.
Em casos mais graves, além de todo o procedimento básico inicial, poderá haver necessidade de reparos cirúrgicos, com o objetivo de preservar o dente e dar condições de higienização por parte do paciente.

Um detalhezinho... e que ninguém nos ouça... sabe aquele liquidozinho pra bochecho, que a propaganda da televisão diz que ajuda na remoção da placa? Então, não adianta quase nada! A remoção da placa bacteriana é mecânica e não química. Você precisa "arrancar" ela de lá com escova, fio dental e água... Ah, pastinha pra dar gostinho... porque o creme dental também não é essencial na remoção da placa e biofilme...

Outra análise a se considerar nos casos crônicos de doenças periodontais, é a bioquímica do paciente. Como estão seus exames laboratoriais? Como estão seus hormônios? Como estão suas vitaminas? Tudo isso é muito importante na abordagem periodontal.

Além disso tudo, e para falar de novo sobre respiração, imagine um caso de peridontite crônica e ainda por cima, ser um respirador oral.. Dorme de boca aberta, permite a evaporação da saliva e de seus componentes protetores... Ou seja, as bactérias vão acabar com essa boca e com a saúde do respirador oral...


segunda-feira, 25 de março de 2019

ASMA

APROVEITANDO O "GANCHO" DO FANTÁSTICO SOBRE A ASMA


No passado domingo, dia 24/03/2019, o programa Fantástico da Rede Globo, apresentou uma reportagem muito útil, sobre a asma, feita pelo Dr. Dráuzio Varela.

Todo ano, nesta época de transição do verão para a temporada mais fria, as doenças respiratórias voltam a ficar em evidência e ganham as manchetes na mídia.
Mas infelizmente, a principal causa ainda não é sequer citada; a respiração oral.
A asma é um tipo de reação alérgica. Existem pessoas predisponentes a ter e outras não. Tanto é que pessoas de uma mesma família, expostos às mesmas condições ambientais, tem reações diferentes. Uns sentem muito e outros, absolutamente nada.
Sendo predisponente à asma, ainda assim, há a necessidade de um agente disparador da reação alérgica. Isso foi muito bem explicado e detalhado pelo Dr. Dráuzio no programa. 
Fuligem da poluição, ambientes favoráveis aos ácaros, fumaça do cigarro, etc, são os agentes que provocam uma reação anormal ao nível dos alvéolos pulmonares, dificultando a troca gasosa, deixando o paciente em crise, com falta de ar.
Mas por quê isto ocorre mais no outono e inverno? Já ouvi explicações de que, com o frio, as pessoas ficam mais em ambientes fechados, e se esses ambientes não são devidamente arejados e sem agentes disseminadores de ácaros e outras partículas, facilitaria a aspiração desses elementos e, consequentemente, a reação asmática, se manifestaria.
Mas se por um lado o ambiente fechado é ruim, não tem tanta poluição dentro de casa...
Se um ambiente fica bastante arejado, melhora o ambiente, mas permite a entrada de poluentes e poeiras.
Então, como nos comportar, não é mesmo?
A minha consideração sobre o aumento da incidência das doenças respiratórias no inverno, está justamente na temperatura do ar (mais frio), que é mais um agente causador de irritação dos alvéolos pulmonares.
Nos dias mais quentes, também há poluição, poeira, ácaro, etc, mas não há ar frio entrando nos pulmões; e a incidência das reações respiratórias é bem menor.
Portanto, o problema principal está na respiração pela boca. 
Se você respira pela boca, tudo que irrita os alvéolos pulmonares entra facilmente, inclusive o ar frio.
Mas se respirasse exclusivamente pelo nariz, a imensa maioria dos alergênicos ficariam retidos no muco nasal, além da temperatura, que ao passar pelo nariz, é equalizada rapidamente à temperatura corporal, proporcionando condições ideais do ar que chega aos pulmões.
A reportagem também associou rinite com asma: 
Como só tem rinite quem respira pela boca, logo compreendemos que só tem crise de asma quem respira pela boca também...
Por isso e por tantos outros problemas é que o cuidado com o padrão respiratório deveria ser tratado com mais ênfase, com mais divulgação, com mais atenção dos profissionais da saúde. Milhões de reais seriam economizados no serviço nacional de saúde. Milhões de pessoas ficariam menos doentes. Milhões de pais não precisariam faltar ao trabalho para acompanhar seus filhos nos pronto-socorros. Medicamentos com grandes efeitos colaterais não seriam utilizados. 


quarta-feira, 13 de março de 2019

Estabelecimento da respiração nasal em crianças

Como criar oportunidade da respiração nasal exclusiva, em crianças

A respiração é o primeira experiência que experimentamos ao nascermos. Mas nesse momento, ainda não está estabelecido o padrão respiratório. 
Algumas condições naturais favorecem a respiração nasal. A principal delas é a amamentação natural, no peito materno. É importante que o bebê tenha a oportunidade de ser amamentada naturalmente por no mínimo 6 meses.
Normalmente, crianças que não puderam ser amamentadas no peito, tem mais chances de respirar pela boca.
É para estes casos que procuramos meios auxiliares para que a respiração nasal seja experimentada e estabelecida como padrão respiratório.

-Em bebês até 2 anos de idade-

Se você observa que seu bebê dorme a maior parte do tempo com os lábios entre-abertos, é caso para dedicar atenção a esse fato.
Faça o seguinte procedimento:
- Verifique se o narizinho não está entupido. Você pode ter certeza disso, se colocar um espelho encostado as narinas e fechar os lábios dele. Se o espelho ficar embaçado, é porque o fluxo de ar passa pelo nariz. Sendo assim, prossiga.
- A cada período de sono, segure com seus dedos, unindo os lábios inferior com o superior, por 10 minutos. Sim fique lá segurando pacientemente durante todo tempo. Depois pode soltar. Mesmo que os lábios se abram novamente.
- Faça todos os dias e em cada período de sono até que você perceba que quando você solta os lábios, eles permanecem unidos e cada vez por mais tempo.
Pronto! A respiração nasal foi "aprendida".

-Em crianças maiores de 2 anos-

Ao invés de segurar os lábios, você pode usar esparadrapo hipoalergênico Micropore (3M)
Compre o esparadrapo hipoalergênico com a menor largura do mercado que é de 1,2 cm.
Verifique se o ar está passando normalmente pelas narinas, como explicado acima.
Depois que a criança dormir, corte cerca de 4cm de micropore, una os lábios e cole o esparadrapo verticalmente bem no meio dos lábios, conforme imagens abaixo.
Faça isso todos os dias, até perceber que a respiração nasal está estabelecida.

Veja a sequência de fotos de um caso real, de uma colega que aplicou no próprio filho.


O espaço de tempo entre a 1a foto e a última, onde a criança já dorme tranquilamente respirando pelo nariz, é cerca de 30 dias.

Não se preocupe. Esse esparadrapo (micropore), como o próprio nome sugere, tem micro poros. Portanto o ar passa normalmente através dele.

Lembre-se que a respiração bucal é a principal responsável por otite e amigdalite crônicas, além de processos alérgicos e respiratórios em crianças.
Se você conhece alguma criança que sofre com isso, divulgue essa terapia.
É simples. É fácil. É grátis. É saúde.
Se tiver dúvidas, entre em contato:
(11) 94194 9070.



segunda-feira, 11 de março de 2019

Fisioterapia para recuperação da respiração nasal exclusiva

Como conseguir parar de respirar pela boca

Uma das maiores dificuldades que os pacientes apresentam, é conseguir permanecer de lábios selados automaticamente, dia e noite.
Existem algumas opções de tratamento na fonoaudiologia e na otorrinolaringologia.
Mas faço uma consideração a estes tratamentos. Toda e qualquer terapia neste sentido, que não considere a questão neurológica envolvida neste processo, acaba por apresentar resultados insatisfatórios ou frustrantes a médio e longo prazos.

                             


É preciso estimular o Sistema Nervoso Central, com informações aferentes, captadas pelos neurônios sensitivos presentes nos lábios, pelo maior tempo possível, para que ocorra a automatização do comando para o selamento constante dos lábios.
Para produzir o estímulo, bastaria que o paciente, de forma voluntária e atenta, ficasse com os lábios selados por mais de 6 meses. 
Impossível não é mesmo? Teria que ter uma determinação muito grande. Mas como beira ao impossível, existe um meio, menos difícil, de conseguir a automatização.
A terapia foi concebida pelo professor Wilson Aragão, e conhecida como exercício do clips ou da correntinha. É realizada utilizando-se um desses dois objetos. Tem todo um por quê de ser. Posso explicar em detalhes para quem quiser saber.

,A imagem pode conter: uma ou mais pessoas

Se utilizar o clips, amarre-o ao pescoço com barbante, fio dental, ou outra corrente, a fim de evitar deglutição acidental.

O exercício:
Segure o clips ou correntinha com os lábios com força suficiente para não cair. Não aperte demasiadamente para não cansar o músculo orbicular dos lábios.
Faça isso sempre que não estiver falando e em locais onde se sinta confortável em fazer
Afinal, se você quer respirar corretamente, e quer ficar livre de sinusite, rinite, infecções crônicas de garganta e orelhas, sem refluxo, gastrites, apneia do sono, sem alta incidência de cáries e inflamações gengivais, dentre tantas outras doenças ou disfunções, faça em qualquer lugar e seja feliz.

O exercício tem tripla função:
1. Estímulo neurológico.
2. Tonificação do músculo dos lábios.
3. Alarme. 
Para que ocorra a automatização do comando de selamento dos lábios, a informação proporcionada pelo contato bilabial e exacerbada pela presença do objeto metálico fino, tem que ser por varias horas diárias. 
O tempo que o Sistema Nervoso Central precisa para o processo de automatização do selamento labial é de no mínimo 6 meses. Alguns casos poderá levar até 1 ano.

Não é fácil!
Embora extremamente simples, a dificuldade está na determinação pessoal em fazer o exercício, rigorosamente durante todo o tempo. Se a estimulação for interrompida por 1 semana, a plasticidade neuronal poderá ser totalmente perdida, voltando à estaca zero.
Mas, infelizmente, não conheço alternativa mais simples para isso. Portanto, penso que vale super a pena ser determinado, afinal, 6 meses ou 1 ano passam num piscar de olhos.

Exceções.
Se o paciente apresenta hipertrofias teciduais internas do nariz muito importantes, que impeçam a passagem do ar, há que se considerar junto com o médico otorrino, a realização de cirurgia reparadora, a fim de permitir que se possa ter um fluxo de passagem de ar via nasal.
Mas se o ar passa, mesmo com alguma pequena dificuldade, o exercício deve ser realizado mesmo sem nenhum procedimento cirúrgico.
Para ajudar, lave o nariz com soro fisiológico 2 vezes ao dia.

*Atenção*
Se você já tem rinite, é possível que, ao realizar o exercício nos primeiros dias, sua rinite fique mais exacerbada. Afinal de contas, a rinite é a inflamação crônica da mucosa nasal, que é preparada para a retenção de partículas em suspensão presentes no ar, mas que naquele momento, não está preparada para isso. 
Não se preocupe. Lave o nariz com soro mais ainda. insista no exercício. A fisiologia será restabelecida em pouco tempo. Portanto tenha paciência e não desista.

Tem dúvida? Quer mais informações? Escreva pra mim pelo WhatsApp (11) 94194 9070.