#respiração oral na infância.
Então vamos lá continuar a discorrer sobre os prejuízos à saúde em crianças que respiram pela boca.
Por varias razões, a criança pode, de repente, se habituar a respirar pela boca. Daí se inicia uma série de eventos anormais que, dependendo das pré disposições genéticas, se tornaram mais ou menos prejudiciais ou perceptíveis.
De cara, aumenta enormemente a incidência de amigdalites. Claro, respirando pela boca, o ar entra sujo, cheio de micro organismos e partículas que trombam com as amígdalas (tonsilas palatinas) na garganta. As amígdalas, são formadas por tecido linfóide e, por essa característica, se inflamam e aumentam de tamanho, chegando a formar secreção (pus), o chamado "pus na garganta".
Com a continuidade da sujeira levada pela respiração bucal até ela, a hipertrofia fica estabelecida constantemente, o que dificulta a passagem de ar, provoca ronco, dificuldade de deglutição e até facilita o surgimento de apneia do sono nos casos mais severos.
Com a infecção constante, o uso de antibióticos se torna frequente e todos sabemos que quanto menos antibióticos tomar, muito melhor.
Muita febre, noites mal dormidas, preocupações para os pais, e tantas coisas ruins são uma constante na vida de uma criança com amigdalite crônica.
Então, agora já sabe: quer evitar tudo isso? Zele pelos lábios dos seus filhos.
Se conhece alguma criança que sofre com inflamações constantes de garganta, oriente para que respire exclusivamente pelo nariz. É certeza que as amígdalas deixarão de ficar inflamadas e voltarão ao tamanho normal.
Mas não pense que é "facinho" reverter a respiração de oral para nasal exclusiva.
Na próxima postagem, vou orientar como reverter esse "detalhe" tão fundamental para a saúde.

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